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Maior acionista dos CTT acusa Anacom de “inflamar a opinião pública”

Inês Duque

O empresário Manuel Champalimaud, o maior acionista dos Correios, diz que “quem cala, consente!” e por isso reage à política do regulador do sector, acusando-o de seguir “uma agenda própria”

Maria Ana Barroso

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Jornalista

Manuel Champalimaud diz-se “incomodado” com a política da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM, o regulador do sector) em relação aos CTT - que apelida de “demagógica” - e acusa o presidente do regulador, João Cadete de Matos, de ter “certamente uma agenda própria, ao continuar a inflamar a opinião pública contra os CTT”. Em declarações, por escrito, ao Expresso, o principal acionista dos Correios, com 12,58% do capital (via Gestmin), afirma que “quem cala, consente!”, reagindo, por isso, à atuação do regulador.

“Esta é hoje uma empresa privada, comprada ao Estado por bom preço, em pleno processo de modernização e reestruturação ditado pelas leis do mercado, que cumpre e quer continuar a cumprir o contrato de concessão do serviço postal universal, sem qualquer contributo do contribuinte”, recorda Champalimaud. Estas afirmações surgem depois do anúncio feito quinta-feira pela ANACOM, pedindo medidas para reforçar a qualidade dos postos dos CTT e avisando que a sua concessão “não pode pôr em causa as prestações dos serviços concessionados”.

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