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“É a nossa vez”

Os partidos dos extremos têm nos últimos anos uma enorme vantagem em relação a todos os outros. Conseguem passar o tempo a falar para fora. Para os eleitores. O centro, hoje ocupado pelo PSD (e por um minoria silenciosa e silenciada do PS), passa os dias a discutir se deve virar mais uns graus à direita ou à esquerda. Perdem metade do tempo a congeminar como chegar ao topo da estrutura partidária e a outra metade a impedir que os seus opositores internos (que odeiam mais do que os externos) lá cheguem. Por isso, falam para dentro, para os milhares de militantes que têm de satisfazer e para aqueles que sonham todos os dias voltar ao poder.

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